Festa da Música reúne 31 atrações em Curitiba

A edição curitibana da Festa da Música, realizada na terça-feira (21), no Centro da cidade, reuniu 31 atrações nos quatro palcos montados ao longo do calçadão da Rua XV de Novembro. O evento contou com a participação de bandas, instrumentistas e cantores, que se revezaram em sete horas de programação. A festa, que surgiu há mais de 30 anos na França, foi trazida para a cidade por iniciativa da Associação Comercial do Paraná (ACP), por intermédio da Universidade Livre do Comércio (ULC), em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba e Aliança Francesa.

A inspiração do evento veio da Fête de la Musique, celebração criada em 1982 pelo Ministério da Cultura Francesa e que atualmente ocorre em mais de 100 países. Na capital paranaense, os palcos foram instalados em frente à ACP, na esquina da Rua das Flores com a Monsenhor Celso, na Boca Maldita e Praça Rui Barbosa. A abertura da Festa contou com a participação da Banda do Cindacta II e o encerramento foi comandado pela Banda Blindagem. Também fez parte do evento, a palestra “Cadeia Produtiva da Economia da Música”, com o diretor e roteirista Luiz Carlos Prestes Filho.

No painel, Prestes Filho explanou sobre a indústria fonográfica brasileira e trouxe dados inéditos sobre o setor, apresentando a indústria da música como uma cadeia produtiva interligada a outras atividades comerciais. “Quem adquire um CD ou paga para assistir a um show, raramente percebe que por trás disso existe uma relação entre vários agentes que se juntam para fazer com que o produto final chegue ao consumidor,” disse ele. O roteirista defendeu, ainda, que a música não deve ser encarada apenas como manifestação cultural, mas como atividade que contribui para o desenvolvimento econômico. Prova disso, segundo informou, é o Rock in Rio, evento que em sua última edição movimentou de R$ 350 milhões a R$ 500 milhões, girando uma roda de negócios que envolveu 42 atividades, 363 sub-atividades, cerca de 150 contratos e mais de 100 empresas, além de propiciar ocupação para cinco mil pessoas. Em 2005, ele lançou um livro onde apresenta um estudo realizado entre 2002 e 2003 sobre a cadeia produtiva da economia da música no estado do Rio de Janeiro.

Créditos: Felipe Rosa 

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