ACP | Associação Comercial do Paraná

Assembleia Geral Extraordinária aprova modernização estatutária

 

A Associação Comercial do Paraná realizou nesta quinta (13) Assembleia Geral Extraordinária (AGE), no restaurante Madalosso, a fim de cumprir a agenda que colocou em discussão a modernização dos estatutos da entidade.

O evento foi aberto pelo presidente Antonio Miguel Espolador Neto, que integrou a mesa juntamente com os vice-presidentes Gláucio Geara, Odone Fortes Martins, Ricardo Abreu,  e os coordenadores dos Conselhos Superior, Fiscal e Deliberativo Norman de Paula Arruda Filho, Arnaldo Miró Rebello e Gilberto Deggerone, respectivamente.

Na ocasião, o presidente declarou que “o principal desafio era prosseguir o plano de expansão da ACP, conciliando este objetivo com o cenário político-econômico adverso, que afeta a entidade e a todos os associados”. Disse ainda que “algumas medidas foram indispensáveis na readequação da equipe, com ajustes importantes ditados pela realidade financeira da entidade, com o enxugamento da estrutura”.

De acordo com Espolador, a meta que tem norteado a gestão, que completou o primeiro ano, visa aproximar cada vez mais a entidade do associado, ação que produziu bons resultados. Um exemplo é o projeto ACP e Fomento nos Bairros, mediante o qual se estabelece a possibilidade do contato direto com empresários das diversas regiões de Curitiba.

Com cerca de 30 mil associados diretos e indiretos, a ACP pode afirmar que está presente em todas as regiões do Paraná, operando em escritórios próprios ou por meio de parcerias com outras entidades.

Modernização

As alterações estatutárias, visando a modernização da gestão administrativa da entidade,  segundo o vice-presidente Odone Fortes Martins, “são necessárias para estabelecer consonância com os valores dos novos tempos. Isto é indispensável para que a entidade continue sendo eficiente no cumprimento do seu papel de bem representar seus associados”.

O relator da proposta de alteração discorreu sobre o conteúdo da mesma, assinalando a fixação de três anos para o mandato dos próximos presidentes e o fim da reeleição, prorrogação de sete meses do mandato do atual presidente para o fechamento do período e a convocação de novas eleições, fixação do ano fiscal de janeiro a dezembro, além da ampliação do número de conselhos temáticos.