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ACP e Fiep discutem atualização de lei para instalação de antenas em Curitiba

O Comitê Para Expansão das Telecomunicações (Coextel) da Associação Comercial do Paraná e a Câmara de Telecomunicações da Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) realizaram uma reunião conjunta, nesta quarta-feira (03/07), na sede da ACP. O evento teve a participação de representantes dos dois conselhos, de representantes das operadoras de telefonia celular (Oi,Tim, Claro e Vivo). O objetivo das duas entidades é viabilizar melhorias na infraestrutura para as telecomunicações. Também participaram da reunião o vereador de Curitiba, Silberto Cardoso, da Fecomércio, de membros do Conselho de Inovação de Curitiba, do IPPUC e o diretor do Sinditelbrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal), Ricardo Dieckmann.

Com as inovações tecnológicas que estão sendo implantadas nos dias atuais, as operadoras de telefonia móvel necessitam instalar antenas e sites para ampliar a capacidade das redes existentes e também para o funcionamento de novas tecnologias que estão chegando, como o 5G, a internet das coisas e Cidades Inteligentes, por exemplo. O coordenador do Coextel, Monroe Olsen, abriu a reunião destacando a necessidade de integração no trabalho das entidades. Pedro Américo Abreu Jr., da Câmara de Telecomunicações da Fiep, lembrou que Curitiba já teve lei para instalação de antenas de telefonia celular e internet que foi de vanguarda. Mas o tempo passou, a tecnologia atropela as leis e hoje ela precisa de revisão, pois como está, em breve podem acontecer “apagões” de internet e de telefonia celular em determinados bairros de Curitiba. Todos os representantes reconhecem no prefeito Rafael Greca um apoiador da tecnologia e pretendem agendar reunião com ele para pedir apoio na atualização da lei para a instalação das antenas para a telefonia celular e internet. Nesta gestão municipal foi criado o Conselho Municipal de Inovação, que começa a dar os primeiros passos e que quer colocar na vanguarda da tecnologia no país. Pode até ser sugerido um decreto-lei que atenda necessidades para implantação de tecnologia ou ser enviada um projeto de lei, via Câmara Municipal. As operadoras destacaram ainda que as análises em cada Regional da prefeitura pedem documentação extra, além do que exige a legislação em vigor, dificultando e atrasando as instalações das antenas necessárias. As entidades entendem que isto seja solucionado com brevidade.