ACP | Associação Comercial do Paraná

ACP esclarece posição sobre moradores de rua

O presidente Antonio Miguel Espolador Neto, da Associação Comercial do Paraná (ACP) informou nessa quarta-feira (3), que a entidade é um dos doze integrantes do grupo de trabalho que deverá elaborar um projeto integrado para ajudar na resolução do problema das pessoas em situação de rua em Curitiba.

Espolador lembrou que os vários setores com interesse no problema, que vai dos aspectos legais à segurança, passando pela saúde, educação e direitos humanos, entre outros, acataram a sugestão feita pelo procurador-geral da Justiça, Gilberto Giacóia, constituindo um colegiado com representantes da ACP, Prefeitura Municipal, Polícias Militar e Civil, Guarda Municipal, Poder Judiciário, Ministério Público Estadual, Fundação de Assistência Social (FAS), Abrasel, Abrabar, Câmara Setorial de Segurança (ACP) e Conselho Comunitário de Segurança da área central. 

A decisão foi formalizada em reunião realizada na última semana de janeiro, sob convocação da Câmara Setorial de Segurança da ACP e Conseg (Conselho Comunitário de Segurança).

O presidente da ACP enfatizou, ainda, que a intenção da entidade “foi chamar a atenção das autoridades para um problema que se agrava a cada dia, tendo em vista o grande número de pessoas que praticamente assumiu a condição de habitantes de rua, causando sérios prejuízos ao comércio do centro da cidade, dificultando até mesmo a circulação dos moradores próximos”.

Tendo cumprido um dos aspectos de sua missão institucional em defesa dos empresários e da sociedade, alertando a quem de direito sobre a perda de controle da situação, Espolador revelou que “a discussão sobre a questão será feita, a partir de agora, pelo grupo de trabalho específico, que terá todo o apoio da ACP na condição de integrante do colegiado”.    

Nas reuniões que serão agendadas em próximo futuro “cada setor representado terá a responsabilidade de apresentar estudos e a visão particular da problemática social, além de contribuir na produção do texto final de um projeto alternativo a ser submetido à apreciação de autoridades do Estado e do município”, concluiu.