Em live, Sicredi apresenta linhas de crédito

Rafael Fumizawa, gerente de Desenvolvimento de Negócios do Sicredi Campos Gerais, participou de live no Facebook e Youtube com o presidente da ACP, Camilo Turmina, nesta terça-feira 07/07. Na oportunidade, foram apresentadas ao associado da entidade as linhas de crédito que as empresas podem ter disponíveis para enfrentar os efeitos da pandemia do Covid 19.

Com mais de 4,6 milhões de associados, o Sicredi está presente em 22 estados brasileiros e no distrito federal em mais de 1,9 mil agências, distribuídas em 110 cooperativas. São mais de 30 mil colaboradores. Numa cooperativa de crédito, os clientes são sócios e passam a ser os donos da cooperativa, juntamente com centenas ou milhares de outras pessoas. As cooperativas não têm fins lucrativos, podendo oferecer custos menores que os bancos tradicionais. As sobras do exercício são devolvidas aos sócios na proporção da movimentação financeira de cada um. Este modelo permite que as cooperativas cobrem taxas mais competitivas.

O presidente da ACP lembrou que, após o início da pandemia, os bancos subiram os juros. Pequenas empresas têm enfrentado dificuldades para acessar linhas de crédito e evitar que fechem as portas definitivamente. Programas de crédito para pequenas empresas, incluindo capital de giro e para financiamento de folha de pagamentos não têm chegado a muitas pequenas empresas.

Turmina destacou que os empresas podem utilizar, para ter crédito mais barato, as cartas de garantias fornecidas pela SGC para lastrear as operações de crédito, tanto de capital de giro como de investimento. A missão principal das Sociedades de Garantia de Crédito (SGC) é contribuir para facilitar o acesso ao crédito das micro e pequenas empresas (MPE) e dos microempreendedores individuais (MEI). Segundo Rafael Fumizawa, a carta de crédito da Garantisul-PR garante até 80% do empréstimo, com limite de R$ 150 mil e juros de 0,56% ao mês. “Desde que tenha o FGC, a taxa é bastante competitiva”, comentou Rafael. Camilo Turmina observou que, “com a carta da Garantisul, os empresários não precisam penhorar seus bens”.