Comerciante acredita que vendas de Natal poderão ter crescimento nominal de 4%

Porém a queda real do volume de vendas pode chegar a 4,5% 

Roupas, brinquedos, perfumes, chocolates/panetones, livros e calçados serão os itens preferidos pelo consumidor curitibano, que está se preparando para presentear até três pessoas no próximo Natal. O valor unitário por presente será de R$ 90,00 e o gasto total de R$ 270,00.

Os dados foram apurados pela pesquisa ACP/Datacenso realizada com 200 comerciantes e 200 consumidores entre os dias 4 a 7 de novembro.

Segundo o levantamento, as vendas natalinas em 2016 terão crescimento nominal de 4% em relação ao ano passado, em virtude do pagamento do 13º salário ou férias, além da motivação da festa, mas ainda assim sofrerão uma queda real de 4,5% com a correção pelo acumulado da inflação nos últimos 12 meses (8,47%).

Em igual período do ano anterior, o movimento de vendas no Natal teve queda nominal de 5% e real de 15,7%.

Comerciantes ouvidos pelo Datacenso (66%) farão promoções especiais na forma de distribuição e sorteio de brindes, descontos para pagamento à vista e propaganda, entre outras, embora somente 34% providenciaram a melhoria do estoque de mercadorias para a temporada, ao passo que 56% devem manter a mesma oferta, e 11% declararam não ter essa preocupação.

A maioria dos comerciantes entrevistados exerce a função de gerentes e supervisores (74%) e/ou proprietários (26%) em microempresas (67%), pequenas (29%) e médias (4%).

A contratação de pessoal temporário está nas cogitações de apenas 26% do total de lojistas, reforço que 74% não estimaram para os dois últimos meses do ano.

A forma de pagamento escolhida pela maioria absoluta dos consumidores (74%) foi o parcelamento no cartão de crédito, sendo que a média da idade predominante entre eles (50%) varia de 25 anos a 44 anos.

A renda familiar média mensal do universo de 200 consumidores dividido em porções  equilibradas de homens e mulheres vai de R$ 1.170,00 a R$ 8.800,00.

 

 

 

Comerciante acredita que vendas de Natal poderão ter crescimento nominal de 4%