ACP faz pacto pela segurança e propõe ações integradas com poder público e setor produtivo
17 de abr de 2026 | Escrito por ACP
A Associação Comercial do Paraná (ACP), por meio do seu Conselho das Câmaras Setoriais, realizou nesta semana uma reunião voltada à construção conjunta de ações para o fortalecimento da segurança na cidade. O encontro reuniu representantes de diversas instituições públicas e entidades, reforçando o compromisso com o diálogo e a atuação integrada.
Participaram da reunião representantes da Câmara Municipal de Curitiba, da Prefeitura – por meio da Regional Matriz -, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano, da Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito, da Promotoria de Justiça, do Comando-Geral da Polícia Militar do Paraná, da Polícia Civil do Paraná, do 1º Comando Regional da Polícia Militar, da Divisão Policial da Capital, da Fundação de Ação Social (FAS), do Centro de Controle Operacional Muralha Digital e da Superintendência da Guarda Municipal.
O Presidente da ACP, Paulo Mourão, destacou que a nova gestão pretende concentrar esforços em três frentes principais: identificar as demandas mais urgentes do comércio, avaliar onde o Estado pode atuar com maior rigor e agilidade, e ampliar a contribuição do setor produtivo. Segundo ele, a forte parceria entre as entidades é fundamental para avançar de forma mais eficiente.
“Precisamos de uma postura mais propositiva diante dos desafios locais, além da necessidade de compreender e comunicar com clareza as ações já em andamento aos empresários”, disse. Como encaminhamento, ele propôs a criação de um grupo de trabalho integrado entre sociedade produtiva e governo, com reuniões mensais, para tratar das demandas de forma mais assertiva e acompanhar os avanços. “A ideia é sairmos com um GT ativo, capaz de gerar respostas mais rápidas e contribuir para resolver ou minimizar as dificuldades”, afirmou.
Em seguida, o Coordenador das Câmaras Setoriais da ACP, Fabio Assahi, reforçou a relevância do tema para o ambiente de negócios. “A segurança é um fator essencial de competitividade, pois sem ela não há crescimento nem geração de empregos; por isso, é fundamental realizar diagnósticos precisos e garantir previsibilidade nas ações a serem adotadas”, destacou.
Durante o encontro, também foram abordados os desafios relacionados à população em situação de rua. O presidente da Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba, Renan de Oliveira Rodrigues, explicou que há diferentes perfis dentro desse contexto, incluindo pessoas em vulnerabilidade social, indivíduos com dependência química e casos pontuais de pessoas com pendências judiciais. Segundo ele, a dependência química é o principal desafio enfrentado atualmente, o que tem exigido medidas mais estruturadas, como a internação involuntária em situações de risco à própria vida ou à segurança de terceiros. “Esta reunião reforça o compromisso das instituições em atuar de forma coordenada, com foco em soluções práticas e sustentáveis para a melhoria da segurança e do ambiente econômico da cidade”, encerrou.







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