Pesquisa da Fecomércio mostra força do comércio, mas os segmentos ”não essenciais” sofrem mais

A Federação do Comércio Varejista do Paraná divulgou pesquisa que aponta crescimento de 6,22 nas vendas do comércio no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Para o presidente da ACP, Camilo Turmina, os dados mostram a resiliência do setor, um dos mais atingidos pelas medidas restritivas adotados por governos e prefeituras para combater a pandemia da covid-19.

Mas a  pesquisa também indica que os segmentos mais atingidos pelos lockdowns são os que enfrentam maior dificuldade para voltar aos níveis pré-pandemia. Dentre os cinco que mais cresceram, quatro são de segmentos considerados essenciais, aqueles que não foram obrigados a fechar: 1.° – Materiais de construção – 22,62%; 2.° – Móveis, decoração e utilidades domésticas – 16,95%; 3.° – Concessionárias de veículos – 14,21%; 4.° Farmácias – 13,91%; 5.° Autopeças – 12,85%.

“As atividades não essências tiveram sua renda afetada e os pequenos foram especialmente atingidos. Para muitos, os seguidos “abre e fecha” acabaram sendo fatais. Calculamos que cerca de cinco mil negócios tenham sido fechados em Curitiba. Mesmo em Curitiba, onde 27% da renda das pessoas são provenientes de salários pagos pelo setor público e  que, portanto,  não sofreram perdas salariais, o setor de varejo teve uma performance de consumo inconsistente’, comenta o presidente da ACP.

Leia a matéria completa sobre a pesquisa no site da Fecomércio-PR:
https://www.fecomerciopr.com.br/sala-de-imprensa/noticia/vendas-varejo-parana-marco2021/